quinta-feira, março 28, 2013

e que gostavas tu de fazer Margarida?

Pois esta foi a pergunta que se seguiu ao post da minha insatisfação no trabalho. Na verdade não sei o que gostava de fazer ou que me que faria feliz no trabalho. Qdo andei no curso de serviço social rapidamente percebi que aquele trabalho não era para mim, apesar de gostar mto de ajudar os outros achei aquilo demasiado violento para a minha pessoa.
Eu qdo era miúda gostava de ser professora do ensino básico mas já nem sei porquê acabei por escolher ser assistente social e acabei por desistir porque não gostei mas tbem porque já trabalhava. Mais tarde inscrevi-me em psicologia, área que sempre me interessou. Não sei no que gostava de trabalhar mas sei que não sou mulher para ter uma carreira de sucesso porque isso implicaria dedicar-me de uma maneira que eu não quero, implicaria ficar mtas vezes depois do meu horário coisa que gosto de cumprir.
A minha prioridade sempre foi ser mãe, eu gosto de poder acompanhar as miúdas, gosto de tpc´s, adoro ir ás reuniões da escola, adoro os dias especiais e isto são tudo coisas que não estou disposta a perder, nem a delegar a outros. As miúdas são minhas e crescem depressa, eu quero poder estar lá porque sei que elas contam comigo, com a minha presença. E eu não lhes quero falhar.

Maggie

6 comentários:

Maria disse...

Neste ponto não estou inteiramente de acordo contigo...dependendo da carreira...mas sucesso nela, não significa não ser mãe dedicada e presente a apreciar todas essas coisas de que falaste...!
Bjs
Maria

Mariposa Colorida disse...

Eu gosto muito daquilo que faço, mas adorava trabalhar com meninos e meninas especiais!

Maggie disse...

Bem normalmente que tem uma vida profissional intensa não leva meninos á escola ás 9h da manhã, nem vai busca-los perto das 17h, passa mtas vezes o fim de semana a trabalhar e mtas vezes ate sai fora do pais em datas que deveriam ser intocáveis.

Bjos
Maggie

Sentada na ponta da lua disse...

Estou como tu: a minha ambição não passa por ter uma carreira de sucesso. Coisa difícil de entender para muita gente. Costumo dizer que a minha ambição consiste em ser feliz: ter um trabalho e uma remuneração ao fim do mês, um horário certo e o máximo tempo possível para dedicar aos meus e sobretudo ser feliz com as pequenas (grandes) coisas da vida!

C.F. disse...

Faltar à 1ª festa de Natal da escolinha do meu filho por ter uma reunião inadiável custou-me demasiado, os dias que passo fora de casa em trabalho são indetermináveis... mas tento viver sem grandes culpas ou angústias e compensar as ausências com muito mimo e disponíbilidade a 100% nos momentos possíveis.
Já pensei muitas vezes se seria feliz sem a minha carreira... e depois... quando ele crescer...
Resta-me dar o meu melhor nas 2 vertentes e não pensar muito nisso ;-)
Beijinhos.

akombi disse...

As tuas palavras poderiam ter sido escritas por mim, tb eu adoro dedicar-me aos outros, se tivesse entrado na universidade qd me candidatei ao curo de técnica educativa sonhava trabalhar com prisioneiros e toxicodependentes, mas a vida deu-me outras escolhas e a de ser mãe a tempo inteiro não a troco por nada, é certo que agora já estão mais crescidas e fica a dúvida se estou a agir bem, começo a pensar mais em mim e nos outros e os idosos são agora quem mais me cativa mais pelo convivio bom que proporcionam.

No entanto não deixo de estar ocupada e por agora elas, a casa, e assuntos do trabalho do marido preenchem-me tanto que vou adiando a vida profissonal....mas depois queixo-me pq não consigo obter outros objetivos materiais....ó vidinha!!!....aiii e esta crise :(