quarta-feira, outubro 01, 2014

conversa muito séria (agora bem longe das brincadeiras)

Ontem cheguei á conclusão que uma mãe também tem que ser farmacêutica ou médica pediatra, é que se não for uma coisa ou outra é um perigo. 
Assim muito rapidamente para não vos maçar: a Micas Manuela tem estado adoentada, foi ao pediatra a semana passada e veio de lá medicada. Ontem 5 dias depois percebo que a minha filha está a tomar medicação para maiores de 12 anos e adultos, ela tem 8 anos. Foi-lhe receitado uma medicação sem especificação da dosagem então na farmácia aviaram o que lhes deu mais jeito, apesar da receita ser do pediatra, da criança ter ido comigo e de ter aviado outros medicamentos pediátricos da mesma receita. Medicação para fazer durante 1 mês, vá lá que eu percebi ao fim de 5 dias, mas só por acaso. Quando liguei para a farmácia a Sra que me atendeu ficou muito  aflita, pois claro errou e com estas coisas não se pode errar, há trabalhos que exigem uma responsabilidade acrescida. Trata-se da saúde de uma criança, trata-se da minha filha mas pode acontecer ao filho de qualquer um. Fica o aviso para estarem alerta, nada como dar sempre um olho á bula que acompanha a medicação (coisa que eu faço sempre, não fiz desta vez porque o medicamento não era novo para nós, as duas já o tomaram em xarope).


Maggie

3 comentários:

Rita_in_UK disse...

Aconteceu com uma amiga minha, que efetivamente era farmacêutica. Receitaram uma dose de antibiótico ao filho dela bebé que no caso daquele princípio ativo em particular, daria surdez irreversível caso ela lhe tivesse dado. Ainda bem que reparaste Maggie :(. Bjinhs e as melhoras!

S* disse...

Eu leio sempre a bula, adoro saber os efeitos secundários. :P

Anónimo disse...

Erro do médico isso sim, tem de especificar a dosagem! Não é o farmaceutico que tem de adivinhar para quem são os medicamentos!