terça-feira, fevereiro 10, 2015

porque há histórias que têm que ser contadas mesmo que sejam tristes

(na Fnac)

Este livro é uma obra dura e intensa, capaz de suscitar sentimentos tão díspares como o ódio, a culpa, o perdão e a esperança. Trata-se da história de um amor incondicional e de um ódio sem limites. Do amor de um pai pelo filho, do ódio de uma mulher abandonada que faz do filho arma de destruição. Destruição do pai. Nestas páginas, caminha a dor sem tréguas de um pai privado do filho, a força avassaladora desse inferno. Segundo a ordem natural das coisas, são os filhos que enterram os pais e não o contrário. Como é possível um pai enterrar um filho que respira? Onde fica o cemitério dos amores vivos?


Maggie

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