sexta-feira, julho 10, 2015

sugestões literárias leves, levezinhas … na Fnac.


Andreia Vale, jornalista, é uma apaixonada por expressões idiomáticas, aquelas que nos saltam da boca sem sabermos como. Quem as disse pela primeira vez? Porque começaram a ser usadas? Como sobreviveram até aos nossos dias? Que história escondem? No fundo, porque é que se diz assim e não assado. Neste livro, a jornalista puxa a brasa à sua sardinha e reúne algumas destas expressões que estão sempre à mão de semear. São democráticas, usadas por todos nós. Claro que, para as reunir aqui nestas páginas, preto no branco, a autora teve de passar as passinhas do Algarve pois o universo das expressões populares é como um poço sem fundo. Usamos estas expressões para tudo e mais um par de botas. Servem de desbloqueadores de conversa ou, simplesmente para impressionar alguém. Numa discussão, numa conversa de elevador, à mesa do café, com a família. Usamo-las porque podem substituir uma frase mais complexa, uma conversa mais demorada, um raciocínio do arco da velha. Às vezes até para despachar alguém ou rematar um argumento. É remédio santo.


Em tempos recentes, o Ministério da Educação tem vindo a preocupar-se, de forma patológica, com a posição do país nas tabelas internacionais. Claro que é triste aparecer na cauda da Europa, mas o facto não se resolve, ou não se deveria resolver, através da manipulação de estatísticas, muito menos através de exames elaborados de forma cada vez mais simplória. Por altura da realização dos exames de 2008, a directora regional de educação do Norte, Margarida Moreira, quando interrogada sobre a selecção dos docentes que iriam corrigir as provas, declarou o seguinte: "Os alunos têm direito a ter sucesso!" Não, não têm. Os alunos têm alguns direitos, como sejam o de terem professores que não faltem, aulas bem preparadas e acompanhamento nos trabalhos de casa, mas não têm direito ao sucesso independentemente do que aprenderam. Se todos os alunos tivessem boas notas, os melhores deixariam de ter um incentivo para se esforçar. Ora, nada há de mais nocivo a uma organização do que a existência de um ethos uniformizador.» [Da introdução]


 Agora em livro alguns dos segredos mais bem guardados de Portugal.Um livro de roteiros, viagens e comida deliciosa. Praias, ilhas, rios ou castelos. Inspiradoras escapadas a dois ou aventuras em família. Roteiros de sonho com toda a informação de que precisa. A melhor hospedagem: económica, confortável, romântica. Tascas e restaurantes com menus inovadores e portugueses para experimentar e repetir. São viagens com histórias – as que valem a pena.


Boas leituras!


Maggie

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