domingo, novembro 08, 2015

o que é isto das MAIT (ou a velha conversa das mães a tempo inteiro) ?


Na realidade, para mim ser mãe a tempo inteiro só existe quando os bebés são pequeninos, a partir do momento em que começam a ir para a creche ou para o infantário esta designação acaba por não ser a mais correcta. Depois as coisas domésticas todas acabamos por fazer, trabalhando fora ou estando em casa, atenção que muitas mulheres que não trabalham têm na mesma empregadas domesticas, nem que sejam apenas algumas horas por semana, para uma ajuda extra. Conduzem e tem escolaridade elevada como muitas mulheres dos dia de hoje. Têm até uma vida semelhante ás mães trabalhadoras fora de casa, com a diferença que têm mais disponibilidade para ir a pediatras, para brincar com os filhos, para fazerem bolos para o lanche, para darem assistência á família (alargada), para irem ao cabeleireiro ou á manicura … Na verdade isto de ser uma MAIT carrega um preconceito social, mais até das outras  mulheres, das que trabalham fora do que dos homens, que não tem razão de ser. São opções de vida, da vida de cada mulher e claro, de cada casal. Há ainda quem se ache mais porque trabalha fora e quem considere menos quem trabalha dentro de casa, não percebo porquê. Cada opção tem as suas vantagens e desvantagens, só isso. 

Bom resto de domingo

(deixo a minha experiência de mãe trabalhadora/mãe que está em casa para um dia destes)


Maggie

3 comentários:

Nany disse...

Eu defendo que se deeria ficar em casa até aos miudos item para a creche, pr volta dos três anos e depois até aos 5/6 - idade da entrada no primeiro ciclo - se deveria trablahar em part time.
Porquê? Porque é uma altura mais complicada, como dizes a nível de consultas, de maleitas, daquelas doenças tipicamente infantis.
Depois, começam a não ser tão atreitos a apanharem os virus no ar, e mais tarde autonomia deles e sanidade nossa começar trabalhar a tempo inteiro.
Mas isso sou eu, que como já me disseram, tenho uma visão cor de rosa da vida, apesar de trabalhar a tempo inteiro - e gosto, e ainda bem graças a Deus - e ter o filho mais novo em casa com o pai com um enorme peso na consciência.
Estamos a discutir algo que não é linear. Cada família tem a sua dinâmica e dizer que mãe me casa é preguiçosa, ou desocupada faz-me comichão no nariz.
Ass: Nany - mãe trabalhadora a tempo inteiro, com muito gosto (só pena de não pdoer trabalhar menos horas sem diminuição de ordenado)

Anónimo disse...

E o que acrescenta à felicidade de cada um a opinião dos outros?? Nada lol





AMOR XXS disse...

Nós decidimos que ficaria em casa a tomar conta dele durante, pelo menos, um ano. Acho fundamental, para quem possa, acompanhar o bebé a tempo inteiro nos primeiros anos de vida. Todos deveriam ter essa possibilidade, só traz benefícios para o bebé. Mas escolher ficar em casa nem sempre é bem visto!