segunda-feira, dezembro 28, 2015

em resposta á anónima que deixou hoje este comentário ás 10:41 …

Felizmente tive amor e é por isso q prendas n me sabem a nada,,,até pareço aquelas moças enjoadas q nada lhes agrada nem diamantes ehhehehe... o Gustavo tem razão e toda a gente sabe disso em diz que o Gustavo Santos escreveu isto :


Minha Querida Anónima: eu felizmente também tive amor, aliás presentes é que nunca tive muitos, a questão é que quando perdemos a nossa mãe, imagino que perder o pai seja um sentimento semelhante, ficamos perdidos, sentimo-nos sozinhos e por mais que quem está ao nosso lado faça por um sorriso nosso é difícil. É muito difícil. 
Já se sabe que o doce Gustavo tem razão mas quando perder alguém muito próximo, (espero sinceramente que esse dia esteja longe), vai entender a dor e as minha palavras. Desejo que o amor nunca lhe falte, e que um dia quando precisar ele esteja lá no sitio onde está agora. Inevitavelmente vai sentir-se sozinha, triste e sem animo e aí espero que encontre gente com palavras simpáticas e não palavras anónimas a roçar o despropositado. Mais triste ainda, estamos na época do Natal isto devia significar um tempo de solidariedade e amizade ao próximo que com tanto amor que recebeu, parece que não aprendeu a dar. Ou não sabe que ando mais em baixo por causa da morte da minha mãe, porque caiu aqui de para-quedas e aí está perdoada, ou é uma mal amada e nesse caso fico cheia de pena de si.

Ahhh eu continuo a gostar de prendas, não pareço uma moça enjoada a quem nada parece agradar, pelo contrário fico feliz com qualquer coisa só pelo facto de se terem lembrado de mim!

Um beijinho


Maggie

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