sábado, outubro 15, 2016

ainda do riscar paredes


Também conheço quem tenha sofás riscados e não se enerve com isso, aliás estão até à espera que os filhos cresçam para depois investir num sofá novo, mas essa não sou eu. Nunca fui. Em casa dos meus pais não se riscavam paredes, e na minha casa também não se riscam paredes, é uma questão de educação e de algum controlo. Sou intransigente nestas matérias. Maço-me e canso-me a ralhar, mas recuso-me a viver no caos. 
Como já disse, conheço quem viva num mundo de riscos e convive bem com isso, eu sou mais séria, riscos nem pensar. Não acho graça, nem acho que seja artístico, e nem é sequer por" ter chegado à minha casa de sonho", se fosse na casa antiga também não permitia. Aliás nunca permiti. Provavelmente é tudo uma questão de descontracção, de ser uma mãe descontraída e zen. Eu não sou nem descontraída nem zen. É como ter a casa cheia de brinquedos por todo o lado, é como ter um muda fraldas na sala, e tirar tudo do sitio para que quando o bebé começar a andar não alcance as coisas. Nunca tirei nada do lugar. Claro que aguentei sempre o esforço de subir as escadas para mudar fraldas por exemplo, mas viver com o muda fraldas na sala não é para mim. gosto de uma casa arrumada e não partilho aquelas mensagens tipo mantra, "que uma casa com filhos é uma casa caótica". A minha casa não é, podem tirar senha e tocar-me à porta, qualquer dia a qualquer hora.

Sejam bem vindas!

Ate mais logo



Maggie

6 comentários:

Anónimo disse...

A minha mãe tinha um discurso parecido. Mas só teve meninas. Boa sorte com o rapazola. :D

Lisa disse...

Eu tenho um rapaz e sempre o eduquei assim. Não sou descontraída e além do mais vivo numa casa arrendada e não quero de todo problemas ☺

Mãe disse...

Quando começaram a passar para lá das folhas de papel, forrei uma parede com papel cenário e eles passaram a desenhar lá. O facto de ser na vertical é uma boa forma de treinar os movimentos da mão e encontrar novas formas de expressão. Digo isto como profissional da área.

Anónimo disse...

Acredito q seja assim, alias nem a imaginaria de outra maneira-- é por isso q tenho a certeza q não queria em convívio os seus filhos com as minhas..

Maggie F. disse...

Ahahahahahaha que anónima mais pretensiosa esta ultima.
Querida, em primeiro lugar neste momento não estou a aceitar vagas de amigos para as minhas filhas, felizmente têm de sobra, acabou agora mesmo de sair uma aqui de casa. Felizmente as minhas filhas têm todo o tipo de amigos, não sou como a anónima que selecciona os amigos dos filhos, com certeza que as minhas terão amigos que riscam paredes (riscavam, que agora já não têm idade para isso), mas isso nunca os impediu de ser amigos das minhas. Tudo crianças educadas que percebem o que se pode ou não fazer na casa dos outros, quando têm duvidas perguntam. Em segundo lugar, a anónima sabe lá se os amigos dos seus filhos têm todos pais como a anónima: fez questionários para saber como são como pais? ahahahahaha

Beijinho

Maggie

Maria do Mundo disse...

Pois eu não sou zen e como sabes tenho empregada todos os dias...mas deixei que chegassem a esta idade para lhes começar a impôr as regras. Nunca me fez confusão a sala cheia de brinquedos todo o dia, desde que os arrumassem antes de dormir. E sim, tirei montes de coisas do sítio para elas poderem correr livremente. Acima de tudo elas. Isto na minha perspectiva. Quanto ao muda fraldas, nunca me passou pela cabeça tê-lo no meio da sala...Paredes pintadas tive algumas com a mais nova e não, não tive um ataque de caspa. Nada que a minha empregada não conseguisse tirar com CIF. Olha e se não conseguisse não me ía matar por causa disso. Mas como já disse, é tudo uma questão da prioridades. A minha mãe era como tu...